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    Pulseiras que indicam vontades sexuais criam polémica no Brasil

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    Pulseiras que indicam vontades sexuais criam polémica no Brasil

    Mensagem por henrike em Seg Abr 12 2010, 09:09




    As
    chamadas "pulseiras do sexo" (cada cor corresponde a uma acção de cariz
    sexual) estão a gerar polémica no Brasil. Os recentes crimes contra
    adolescentes levaram a que várias cidades do país proibissem mesmo o uso
    daqueles adornos. As violações e homicídios de jovens
    brasileiras ocorridos há algumas semanas voltaram a acalorar a discussão
    sobre as pulseiras de plástico usadas pelas adolescentes um pouco por
    todo o Mundo. Transformadas num "mito urbano", diz-se que cada cor das
    pulseiras representa um diferente nível num jogo sexual. As "shag
    bands", que se podem traduzir como "pulseiras do sexo", foram já
    proibidas em várias cidades brasileiras.De acordo com os
    adolescentes um pouco por todo o mundo, as ditas pulseiras fazem parte
    de uma espécie de jogo sexual, especialmente popular nos liceus e
    escolas secundárias, em que cada cor representa um diferente nível.
    Rompida a pulseira, o portador terá que efectuar o acto correspondente
    com quem a partiu.A polémica foi reacendida no final de Março,
    quando uma rapariga de 13 anos, natural de Londrina, no Estado do
    Paraná, afirmou ter sido violada por quatro rapazes. A adolescente
    trazia no braço pulseiras de plástico pretas, que supostamente
    significam "prática de acto sexual", que os quatro jovens terão rompido à
    força. Na semana passada, a polícia detectou a existência de pulseiras
    partidas em dois homicídios no estado do Amazonas, entre os quais o de
    uma menina de 14 anos, encontrada num motel. Proibição
    não resolve tudo
    Os acontecimentos levaram as cidades
    brasileiras de Manaus, Dourados, Maringá, Navegantes e Londrina
    proibissem as "pulseiras do sexo". O secretário de Educação em Manaus
    diz que esta foi uma decisão tomada por precaução. "Não queremos que os
    directores das escolas transformem isso num cavalo de batalha, mas que
    façam disso um momento de orientação", explicou Vicente Nogueira à
    "Folha de São Paulo".No entanto, como vários alunos respeitam a
    norma dentro do parque escolar mas voltam a usar as pulseiras mal acabam
    as aulas, algumas cidades encetam já esforços no sentido de proibir a
    venda dos objectos, cuja propagação é facilitada devido ao baixo preço
    a que são vendidos."Mas a proibição não resolve o problema. É
    necessário promover o diálogo entre pais e filhos, e a escola também
    deve orientar os alunos", declarou o vereador de Curitiba, Algaci Tulio,
    citado pelo "La Voz de Galicia".Proibidas, primeiro, nos
    EUA
    O Brasil não foi, no entanto, o primeiro país onde
    se proibiu o uso das "shag bands". Em Setembro de 2009, a Angevine
    Middleschool, na cidade de Lafayette, no Colorado, Estados Unidos,
    probiu o uso das pulseiras e enviou um e-mail aos pais dos alunos, no
    qual os prevenia sobre o significado dado pelos jovens àqueles adornos.De
    acordo com as declarações do porta-voz da escola, Briggs Gamblin, ao
    "New York Times", membros do corpo docente ouviram várias vezes os
    alunos conversar sobre as cores das pulseiras tanto durante as aulas
    como nos intervalos.Pulseiras associadas ao estigma da
    popularidade
    O código das "shag bands" foi já comparado
    ao "código dos lenços de bolso", popular sobretudo entre a comunidade
    homossexual, e às "Rainbow Parties", outra espécie de mito urbano
    adolescente associado ao sexo oral. Embora os significados possam variar
    de sítio para sítio, na generalidade mantêm-se e existem vários sites
    na Internet que os documentam.Ainda que não se tenha conhecimento
    do jogo ou se use as pulseiras sem o jogar, o facto é que as "pulseiras
    do sexo" parecem estar associadas ao estigma da popularidade."Durante
    uns tempos não usava pulseiras e ninguém se queria dar comigo. Na minha
    escola, temos que as usar para sermos populares", confessou uma
    rapariga de 12 anos, não identificada, ao jornal inglês "The Sun". A
    adolescente acrescentou ainda que os jovens mais populares são os que
    usam pulseiras pretas ou dourada

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