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    Terror e cinco feridos a tiro em casamento

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    Terror e cinco feridos a tiro em casamento

    Mensagem por henrike em Seg Abr 12 2010, 09:15

    Domingos Soares mostra as marcas dos ferimentos depois
    de ter tido alta
    Coimbra:
    Disparos à queima-roupa e com armas de guerra em discussão por causa de
    dívida de 150 euros


    Terror e cinco feridos a
    tiro em casamento


    "Isto foi mesmo para matar. Uma coisa de
    assassinos", recorda ao CM Domingos Soares, uma das cinco pessoas, entre
    as quais, duas crianças, 12 e 15 anos, que ficaram gravemente feridas
    na madrugada de ontem, em Coimbra, ao serem atingidas a tiro à
    queima-roupa, "com armas de calibre de guerra", durante um casamento
    numa quinta em Geria.


    Já no sábado, na
    estrada de Eiras, uma rixa entre convidados da mesma festa causou um
    ferido grave, vítima de esfaqueamento.
    As
    crianças envolvidas no tiroteio foram operadas de urgência no Hospital
    Pediátrico e estão livres de perigo, assim como os outros três feridos. A
    mais nova, Mickael Soares, foi atingida com cinco tiros. "Dois
    acertaram-lhe no peito, dois no braço e um na barriga", disse ao CM o
    seu pai, Domingos, também ferido e o primeiro a ter alta hospitalar,
    adiantando que a outra criança, Artur Tana, foi alvejada no peito.
    Tudo aconteceu na madrugada de ontem, pelas 3h30. Algo
    correu mal durante uma festa de casamento de elementos de etnia cigana,
    numa quinta particular nos arredores da cidade. "Estávamos numa
    brincadeira e, por causa de 150 euros de uma dívida de um carro, houve
    um desentendimento", explicou ao CM Domingos Soares, garantindo que "ao
    todo foram disparados 14 tiros" e utilizadas "pelo menos três armas".
    Uma delas, um revólver, está na posse da Judiciária de Coimbra, que está
    a investigar as circunstâncias em que ocorreram as duas situações – com
    homicídios tentados – e, ontem, ainda não tinha sido feita qualquer
    detenção.
    Segundo Domingos Soares, três das
    vítimas estavam no interior de uma carrinha e as outras duas junto a um
    carro, quando ocorreram os disparos. Domingos foi atingido com três
    tiros, no peito, nas costas e num braço. As outras vítimas adultas são
    David Sousa, 22 anos, alvejado no abdómen e nas costas, e Tavares, 40,
    também baleado. "Íamos a entrar para o carro quando fizeram os
    disparos", explicou.
    BODA DE DOIS DIAS
    CONTINUAVA NORMALMENTE

    Na manhã de ontem,
    os preparativos para o segundo dia do casamento decorriam com
    normalidade na Quinta das Janelas, na Geria. Responsáveis pela
    organização do evento garantiram ao CM que a boda não tinha sido
    cancelada e que os trabalhos de preparação da festa decorriam com toda a
    normalidade. O ambiente era calmo e, pelas 11h30, nenhum convidado
    estava presente no recinto onde iria continuar a decorrer a festa. Os
    responsáveis pela quinta adiantaram que "nada podem apontar aos
    convidados". "A festa, dentro da quinta, decorreu com a maior
    normalidade e nós não temos nada a apontar às pessoas que aqui estiveram
    presentes", explicaram.
    TENTOU RECUSAR
    ASSISTÊNCIA PARA SE VINGAR

    A chegada dos
    cinco feridos do tiroteio à Urgência do hospital causou enorme confusão,
    já que um deles começou por recusar ser assistido por querer ir atrás
    dos atacantes. "O homem estava cheio de sangue mas não queria entrar
    para ser tratado, só falava em vingança", disse ao CM uma fonte
    policial. A PSP reforçou o efectivo com as equipas de intervenção rápida
    e elementos do Corpo de Intervenção do Comando do Porto. Os familiares
    dos feridos concentraram--se à entrada da Urgência, aguardando por
    informações da equipa médica, e a tensão manteve-se ao longo de várias
    horas. Só de manhã foi retomada a normalidade.
    "SÓ
    VIA SANGUE A JORRAR"

    "São uns selvagens.
    Fazerem isto e ainda por cima com duas crianças envolvidas", lamentava
    Domingos Soares à saída das Urgências dos HUC. "Vinha a sair do
    casamento e dispararam à queima--roupa. Levei três tiros com armas de
    nove milímetros, uma das balas passou-me de um lado ao outro e só via
    sangue a jorrar", referiu a vítima do tiroteio, adiantando que a
    agressão foi "por causa de um carro e de 150 euros, como se isso fosse
    razão para se tomar uma atitude destas". Após receber tratamento
    hospitalar, Domingos Soares deslocou-se à Judiciária de Coimbra,
    acompanhado de alguns familiares, para prestar declarações. As duas
    crianças, após as operações, ficaram internadas. "A operação aos miúdos
    decorreu bem. Os médicos retiraram as balas e eles estão a descansar e a
    recuperar de tudo o que lhes aconteceu", explicou ao CM um elemento da
    família.
    PORMENORES
    ATIRADORES
    As vítimas, todas
    oriundas do Norte do País, atribuem os disparos a elementos de uma
    conhecida família cigana da cidade de Coimbra. Segundo o seu relato, as
    armas utilizadas nos disparos tinham calibre nove milímetros.
    PERÍCIAS
    As vítimas deslocaram-se
    para as urgências do hospital numa carrinha que apresentava várias
    perfurações, em resultado dos disparos. A viatura, de marca Citroën,
    modelo Jumpy, foi apreendida pela PJ para a realização de perícias
    técnicas.
    OBSERVAÇÃOO homem
    ferido com uma faca, no sábado à noite, numa rixa na estrada de Eiras,
    continuava ontem em observação no Hospital. A agressão ocorreu perto das
    instalações do Instituto Nacional de Emergência Médic

      Data/hora atual: Sab Set 23 2017, 16:23