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    Cobertura com 950 toneladas completao Bolhão

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    Cobertura com 950 toneladas completao Bolhão

    Mensagem por henrike em Qui Abr 15 2010, 08:45

    Estrutura tinha sido pensada pelo autor do projecto original do mercado,
    Correia da Silva, em 1914

    Imagem virtual do projecto base de reabilitação do
    Mercado do Bolhão



    A cobertura desenhada pelo arquitecto Correia da Silva, em 1914, para o
    projecto original do mercado do Bolhão vai por fim ser construída. A
    estrutura em vidro e metal, de 950 toneladas, é uma das jóias da coroa
    do projecto-base de reabilitação, ontem, quarta-feira, apresentado.A
    concretizar-se o desenho ontem mostrado, o Bolhão vai ficar muito
    parecido com o que os seus projectistas iniciais imaginaram e, ao mesmo
    tempo, virado para os usos actuais da Baixa, com a instalação de cafés e
    restaurantes no piso superior e ainda a criação de estacionamento, para
    o qual há actualmente duas opções possíveis (ver texto ao lado). Aplicar
    "uma nova matriz de espaços inspirada nos novos modelos de mercado
    europeus" - é essa a filosofia que sustenta o projecto-base de
    arquitectura que a Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) está a
    preparar, no âmbito de um protocolo com a Câmara do Porto. As linhas
    gerais do plano foram apresentadas no Congresso Património 2010, na
    Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Segundo a
    directora da DRCN, Paula Silva, o objectivo é concluir todo o projecto
    de execução até ao final deste ano. Trata-se não só insuflar
    modernidade, mas também de cumprir a legislação em vigor, o que o Bolhão
    está longe de alcançar em tantos aspectos. As acessibilidades serão
    melhoradas com elevadores em todas as quatro entradas; as condições
    higiénico-sanitárias do comércio de fresco vão ser criadas nos termos da
    lei, com zonas de carga e descarga, elevadores monta-cargas e áreas de
    apoio na cave.Reforço das fundaçõesSerão recuperados todos
    os elementos possíveis: os vãos sobre Sá da Bandeira (rua construída na
    mesma altura do mercado), as estruturas de betão armado (que serão
    reforçadas) e em madeira de Riga (em bom estado, apesar de serem de
    1915). A situação estrutural foi avaliada por um estudo da FEUP, que
    impôs a necessidade de proceder ao reforço de fundações. O mercado,
    recorde-se, foi erguido em solos de aterro que chegam aos 15 metros.Também
    agora há estruturas que terão que ser demolidas, como as lajes da
    galeria de lojas e o passadiço que liga esse piso, entre as ruas de Sá
    da Bandeira e de Alexandre Braga. "Tem deformações apreciáveis em termos
    de abatimento de fundações", disse o arquitecto João Carlos dos Santos,
    que apresentou o projecto-base de arquitectura. Outro passadiço será
    construído, mas com uma configuração "mais leve".O passadiço
    cumprirá a mesma função de ligar as galerias do piso superior, mas essas
    é que terão nova vocação. Servirão para albergar cafés e restaurantes
    com esplanadas - com os torreões a permitir zonas mais especiais -, com a
    particularidade de ser aproveitado o pé direito alto desse piso para
    criar mais um piso. Os estabelecimentos terão, assim, mezaninos no
    interior.Elementos avulsos, como aparelhos de ar condicionado e
    toldos das lojas exteriores, serão eliminados. Está prevista a colocação
    de vidros transparentes nas janelas, para que se veja de dentro para
    fora. Uma das maiores intervenções - a cobertura em metal e vidro - terá
    pouco impacto exterior, mas fará toda a diferença para o interior,
    protegendo da chuva e da entrada de aves.O comércio de frescos
    ficará no piso zero, realinhadas as barracas em quatro vias
    longitudinais, de maneira a criar mais espaço para circulação e eventos
    de animação. Os talhos ficarão numa galeria num piso intermédio, na
    escadaria junto à Rua de Fernandes Tomás.

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