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    Todos em alerta contra "gangue do Euromilhões"

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    henrike
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    Todos em alerta contra "gangue do Euromilhões"

    Mensagem por henrike em Sex Abr 16 2010, 09:40

    Assaltantes armados estão a atacar
    à sexta-feira. Há comerciantes a pedir seguro para casos de roubo





    As sextas-feiras estão a tornar-se dias críticos para os
    estabelecimentos que registam apostas de jogos, entre os quais o
    Euromilhões. Em Gondomar, houve três assaltos armados em três semanas
    consecutivas. Forças policiais estão a reforçar o patrulhamento.O
    fenómeno não é novo, mas está gerar maior alarme com a última sucessão
    de casos no Grande Porto. Desde o passado dia 26 de Março, uma
    papelaria, uma confeitaria e um minimercado, em diferentes freguesias do
    concelho de Gondomar, estiveram na mira de assaltantes que deixaram bem
    claro as suas intenções: as receitas do concurso milionário."Eram
    19.20 horas e estava com três clientes. Entrou um encapuzado e a seguir
    outro, sempre com a arma apontada na minha direcção. Um deles foi à
    caixa registadora e perguntou também pela caixa da máquina (terminal dos
    registos dos jogos), que nós até nem usamos, porque guardamos o
    dinheiro noutro lado", descreveu José Castro, proprietário da papelaria
    S. José, em Rio Tinto, Gondomar, e o primeiro visado da recente vaga. Os
    ladrões conseguiram apropriar-se de mais de 2000 euros e, à saída do
    estabelecimento, efectuaram um disparo para o ar.Como acontece
    nestes casos, José Castro teve de repor o montante roubado para entregar
    à Santa Casa da Misericórdia (SCM), responsável pela gestão dos jogos
    sociais. "Tenho um seguro próprio, mas não cobre tudo. O ideal seria a
    Santa Casa ter um seguro específico para estas situações, que podem
    acontecer a qualquer um", afirmou, lembrando que há quatro anos e meio a
    papelaria já tinha sido alvo de uma investida semelhante. À hora
    do fechoAs ocorrências das semanas seguintes, na confeitaria
    Doce Miragem, em Fânzeres, e no minimercado Carnel, em S. Pedro da Cova,
    revelaram um método idêntico. Em grupos de dois a quatro, os ladrões,
    encapuzados, desferiram os ataques pouco depois da hora de encerramento
    das apostas (19 horas) e escolheram as sextas-feiras por ser o dia de
    maior afluência de jogadores. Indiferentes à presença de clientes,
    irromperam nos estabelecimentos de armas em punho.Ângelo
    Fernandes, responsável pelo Café Fernandes, em Fânzeres, também mediador
    da SCM, admite que está em alerta. Até porque já foi vítima de uma
    tentativa de roubo há alguns anos... numa sexta-feira, dia 13. "Eles têm
    andado na nossa área e amanhã (hoje) tenho que me pôr de prevenção. Já
    tenho cuidado em não deixar dinheiro à mão de semear e faço depósitos
    durante a semana", frisou. O comerciante concorda que a implementação de
    um "seguro colectivo" seria uma boa solução. "Vamos lutando pela vida
    com o coração nas mãos...", diz.Segundo o JN apurou, as
    autoridades têm suspeitas de que os assaltos tenham sido cometidos pelo
    mesmo gangue, que é associado a outros crimes, como "carjacking" e
    incursões em postos dos CTT, no Norte. Face à tendência que se vem
    cimentando nas últimas semanas, fontes policiais confirmaram, ao JN, o
    reforço do patrulhamento em zonas de risco mais elevado.Fonte da
    SCM rejeitou a existência de uma "vaga de assaltos", argumentando que
    "está por demonstrar que os casos ocorridos tenham a ver com o facto de
    os estabelecimentos serem nossos mediadores". Por outro lado, salientou
    que cabe aos próprios comerciantes tomar as necessárias medidas de
    prevenção. Regra geral, a instituição aconselha os agentes a manter o
    mínimo dinheiro possível nas caixas.

      Data/hora atual: Qui Nov 23 2017, 20:13