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    Paulo Futre. A vida deste homem também dava um filme

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    Paulo Futre. A vida deste homem também dava um filme

    Mensagem por Ze Dalmaceda em Dom Maio 15 2011, 09:04

    O sorriso na capa não engana. “El Portugués” convida
    a umas horas de boa disposição. O i escolheu alguns episódios curiosos
    do livro que estará à venda a partir da próxima segunda-feira



    Um dos cartazes da campanha do Licor Beirão com Paulo Futre

    O meu nome é Ginja e tenho dez anos, muito prazer

    O
    nome está-lhe gravado na memória, e não é para menos. Foi “mascarado”
    de Rogério Paulo Viegas Alves que Paulo Futre começou a dar nas vistas
    no futebol. Tinha nove anos e queria a todo o custo participar no
    torneio Onda Verde que o Sporting organizava todos os anos para miúdos
    dos dez aos 13. Uma trafulhice foi a solução encontrada para concretizar
    o sonho de jogar em Alvalade. “Inscrevi-me com o BI do Ginja, um ano
    mais velho do que eu, e tive de decorar o seu nome completo, a morada, o
    nome dos pais, tudo.” Na final, o Cancela, do Montijo e de Futre,
    ganhou aos leões.



    “Estou bem, estou. Mas temos de ganhar no domingo”
    Em
    1984, Futre chegou ao Porto como um mal-amado, mas depressa conquistou
    os azuis e brancos. De carro na Invicta, com o defesa Laureta, viveu uma
    das histórias mais mirabolantes da vida: “Chego a um cruzamento com
    paragem obrigatória e espreito. Vejo um tipo numa mota. Ele vê que sou
    eu. Continua a acelerar. Em vez de abrandar, deixa-se ir. Contra o meu
    carro. Bate na parte da frente, a mota vira-se dá quatro ou cinco voltas
    no ar... E cai. Penso que está morto. Qual quê. Levanta-se cheio de
    sangue e vem ter comigo: ‘Paulo, temos de ganhar no domingo.’” Grande
    moral.



    O truque do Iuran era um isqueiro e um termómetro
    Quando
    jogou no Benfica, Futre deu-_-se bem com os russos. Mostovoi, Iuran e
    Kulkov eram seus amigos. A acreditar que já tinha aprendido todas as
    malandrices, Iuran surpreende-o com uma “artimanha incrível” no
    balneário. “Um dia, antes de começar um treino, pediu-me para lhe
    emprestar um isqueiro.” Futre pensava que era para fumar um cigarro na
    casa de banho. Seguiu-o e descobriu o truque para não treinar: “Saiu da
    casa de banho, entrou no posto médico e tirou um termómetro debaixo do
    braço. O médico analisou a temperatura e assustou-se. Quarenta graus de
    febre.”



    A Eva queria_um autógrafo...nas cuequinhas
    Pouco
    habituado a autógrafos, Futre começou a ensaiar a assinatura no barco
    que o levava do Montijo para Lisboa, ainda com 16 anos. Já nos tempos de
    fama e depois de uma hora a assinar fotografias no carro para os fãs,
    chegou o pedido: “Quero que me dês um autógrafo nas cuequinhas”. Eva era
    destemida e deu-lhe o número de telefone. O encontro deu-se e Futre não
    usou preservativo: “Como tinha bastante controlo sobre o meu corpo,
    nessa noite não usei. Na hora da verdade, o meu orgasmo podia acabar na
    barriga, na boca ou nas costas dela, mas nunca dentro da vagina.”



    El Portugués está louco, foi desta que se passou de vez!
    A
    relação entre Futre e Gil y Gil, antigo presidente do Atlético de
    Madrid, era de amor-ódio. Ferviam em pouca água e na época 89/90 a
    demissão do treinador Javier Clemente foi a gota de água. Gil y Gil
    manchou-lhe a imagem perante os adeptos e deixou de querer jogar. Voltou
    num jogo contra o Logroñes em que ouviu assobiadelas monumentais. O
    Atlético de Madrid perdia ao intervalo. “Balneário. Peguei numa marquesa
    e atirei-a contra um vidro enorme, mas não o consegui partir.
    Aproximei-me dos espelhos do lavatório, saquei de uma bota e parti os
    espelhos um a seguir ao outro.”



    Algemado e com direito a visita a uma esquadra japonesa
    O
    Japão foi mais uma das mil e uma aventuras da vida de Futre. Em 1998 lá
    foi ele acabar a carreira no Yokohama Flügels, acompanhado, como
    sempre, pelo amigo César. Sem saber uma palavra de japonês, confiou na
    sorte e, num parque de estacionamento, deixou o carro num lugar com uma
    letra no chão. Azar, pois claro. “Fomos às compras. E quando voltámos...
    Polícias, seguranças, um casal com um bebé ao colo, várias pessoas e um
    tremendo granel à volta do carro [...] comecei a pedir desculpa [...]
    mas fui algemado ali mesmo [...] Só saí da esquadra passadas cinco
    horas.”



    Mandou internar a mulher para dar de fuga do Brasil
    Antes
    do Japão, Futre fez uma viagem ao Brasil. Estava no At. Madrid mas não
    jogava muito e foi tentar a sorte com a Portuguesa. Tiro falhado.
    Seguiu-se o Santos. Futre hesitou e queria desistir. Mas depois de tudo
    acordado, como sair dessa? “Vou falar com a Isabel e convencê-la para
    ser internada no hospital.” Um dia depois, novo encontro com o
    presidente do Santos: “Veja lá isto, com a minha mulher. Tenho de ir já
    para Espanha para ver o que se passa e regresso daqui a dois dias”. Mais
    uma vez, a trafulhice resultou, Futre não voltou. Mas ficou tudo bem.

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