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    Liga O melhor FC Porto ainda é o de Siska

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    Liga O melhor FC Porto ainda é o de Siska

    Mensagem por henrike em Ter Maio 17 2011, 15:15

    O FC Porto de Villas-Boas só fica atrás do que foi treinado por Siska


    Pela primeira vez na sua história, o FC Porto venceu um campeonato sem
    derrotas, obtendo 84 dos 90 pontos disponíveis. Um registo memorável
    alcançado pelo jovem treinador André Villas-Boas que se traduz na
    conquista de 93,3 por cento dos pontos possíveis, mas que não bateu a
    prova quase perfeita dos “dragões” em 1939-40 conduzida pelo técnico
    húngaro Mihaly Siska: 94,4 por cento dos pontos possíveis. Se os dois
    técnicos azuis e brancos ocupam os lugares de bronze e prata do pódio, o
    ouro continua na posse do inglês Jimmy Hagan, que levou o Benfica de
    1972-73 a terminar também invicto, mas arrecadando 96,7 dos pontos
    possíveis.

    E se Villas-Boas chegou muito perto da melhor contabilidade de Siska (um
    treinador que se estreou no banco portista com apenas 32 anos), não
    quererá certamente atingir o pior registo do magiar. É que poucos anos
    depois, no final da época 1942-43, o húngaro levou o FC Porto a bater
    bem no fundo, naquele que foi o pior ano da equipa no campeonato ao
    nível pontual: 38,8 por cento dos pontos em disputa, que valeram um
    sétimo lugar. O campeonato e o futebol eram, no entanto, bastante
    diferentes nos anos de Siska, com a prova a disputar-se em apenas 18
    jornadas.

    Se o FC Porto disputou uma das melhores (senão a melhor) Liga do seu
    historial, o Sporting continua a bater recordes negativos. Apesar de
    vencer o Sp. Braga na derradeira jornada e garantir o terceiro lugar da
    prova, os “leões” igualaram a temporada passada, conquistando apenas
    53,3 por cento dos pontos possíveis. Foram as duas piores temporadas do
    clube de Alvalade desde o início oficial da competição, em 1934-35. E o
    balanço da época de 2010-11 é mais gravoso para o Sporting ao terminar
    com a pior desvantagem pontual de sempre do conjunto leonino para o
    campeão: 36 pontos.

    Valerá ainda ao Sporting o (fraco) consolo de ser o “grande” que tem o
    menos gravoso registo estatístico no ranking das piores percentagens em
    campeonatos. Este recorde pertence ao FC Porto e ao já mencionado Siska,
    em 1942-43. Os “dragões” ocupam mesmo os cinco registos mais negativos
    neste particular e são o único do trio que já ficou abaixo dos 50 por
    cento: 38,8 por cento, em 1942-43 (sétimo lugar no campeonato); 42,3 por
    cento, em 1969-70, com o técnico romeno Elek Schwartz (nono lugar);
    45,5 por cento, em 1945-46, com o treinador húngaro Josef Szabo (sexto).

    Bem mais recente é o pior campeonato da história do Benfica e este,
    imagine-se, ocorreu na temporada em que José Mourinho chegou à Luz, para
    iniciar a sua carreira de treinador, em 2000-01. Na época que marcou a
    saída de Vale e Azevedo e a entrada de Vilarinho para a presidência, os
    “encarnados” alcançariam apenas 52,9 por cento dos pontos em disputa,
    encerrando a temporada no sexto lugar da tabela.

    O Sporting tem sido mais ou menos discreto no pior, mas também no
    melhor. O campeonato mais conseguido da equipa de Alvalade figura em
    nono lugar na lista dos melhores em Portugal e, com 64 anos, já está a
    entrar na idade de reforma. Foi alcançado em 1946-47, pelo treinador
    inglês Robert Kelly, que levou os “leões” ao título com 90,4 por cento
    dos pontos, em 26 jornadas. Alinhavam na equipa os “cinco violinos”:
    Peyroteo, Travassos, Albano, Jesus Correia e Vasques.

    “Outsiders” no pódio

    O Sp. Braga falhou o pódio de 2010-11 na última jornada, mas no
    campeonato anterior estreou-se neste espaço da tabela, com um brilhante
    segundo lugar. Um feito assinalável dos minhotos, até porque apenas
    outras sete equipas, para além dos três “grandes”, o conseguiram nas 77
    edições da prova realizadas até ao momento.

    O grande recordista deste clube restrito é, sem dúvida, o Belenenses,
    com 19 presenças no pódio, tendo alcançado mesmo um título em 1945-46.
    Contabilizou ainda três segundos lugares e 15 terceiros. Mais
    recentemente, o Boavista tornou-se no segundo clube a intrometer-se mais
    vezes no pódio, com seis presenças, entre as quais um primeiro lugar,
    em 2000-01. Ironicamente, os dois únicos clubes que interromperam a
    hegemonia de títulos de FC Porto, Benfica e Sporting encontram-se
    actualmente nos escalões secundários.

    O terceiro lugar deste grupo é repartido por dois Vitórias, o de Setúbal
    e o de Guimarães, ambos com quatro presenças. Depois destes, apenas o
    Atlético conseguiu bisar. CUF, Académica e Sp. Braga encerram a
    contabilidade com uma presença cada um.

    Entre as épocas de 1976-77 e 1985-86, por dez anos consecutivos,
    portanto, os três “grandes” não deixaram migalhas para a concorrência,
    compondo o pódio, à semelhança do que aconteceu em 2010-11, no mais
    longo jejum de “outsiders” até agora.


    A Liga em números



    Número de equipas das principais ligas europeias que foram campeãs sem
    derrotas (segundo uma contabilidade da Lusa) e que o FC Porto de André
    Villas-Boas integrou esta temporada. Até ao momento, o Benfica era o
    único representante português (1972-73). Desde 2001, apenas cinco
    conjuntos tinham alcançado o feito: Shakhtar Donetsk; Arsenal, Dínamo de
    Kiev, CSKA de Sófia e Sparta de Praga.



    Percentagem dos golos de Hulk e Falcao no total do FC Porto no
    campeonato. Os dois avançados foram responsáveis por 39 dos 73 golos da
    equipa (uma média de 2,43 por partida), com 23 e 16, respectivamente.
    Hulk acabou por sagrar-se o melhor marcador da prova.



    O número-recorde de golos marcados em um campeonato, que continua a
    pertencer ao Sporting. O feito foi alcançado na temporada de 1946-47, a
    melhor de sempre na história do clube (Ver texto principal). A última
    vez que um campeão ultrapassou a barreira dos cem golos verificou-se na
    temporada de 1972-73, com o Benfica invicto de Jimmy Hagan: 101. Os
    “encarnados” são ainda a equipa que alcançou um título com menos golos,
    na remota temporada de 1937-38, marcando apenas 34 nas 14 jornadas
    disputadas (no mesmo ano, os 67 apontados pelo Sporting valeriam apenas o
    terceiro lugar).



    Os golos sofridos pelo FC Porto, de longe a equipa menos batida da Liga,
    com uma média de 0,53 por encontro. Os “dragões” sofreram quase metade
    dos golos dos segundos menos batidos da prova: Benfica, Sporting e
    Nacional, todos com 31 golos. Na história do campeonato português, o FC
    Porto continua também a ter o recorde de campeão com menos golos
    sofridos (11 golos na temporada de 1991-92) com Carlos Alberto Silva no
    comando técnico, numa média de 0,32 por encontro. E é ainda o recordista
    absoluto de menos golos sofridos, apesar de não vencer o título: nove
    golos nas temporadas de 1979-80 e de 1983-84, numa média de 0,3 por
    jogo. Valeu apenas o segundo lugar.


    Piores percentagens dos três “grandes”
    38,8%, FC Porto (1942-43), 7.º classificado
    52,9%, Benfica (2000-01), 6.º classificado
    53,3%, Sporting (2010-11), 3.º classificado
    53,3%, Sporting (2009-10), 4.º classificado


    Maiores percentagens de pontos em campeonatos
    96,7%, Benfica (1972-73), 30 jornadas
    94,4%, FC Porto (1939-40), 18 jornadas
    93,3%, FC Porto (2010-11), 30 jornadas
    92,3%, Benfica (1962-63), 26 jornadas
    91,7%, Benfica (1971-72), 30 jornadas


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      Data/hora atual: Qui Set 20 2018, 18:21