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    Uma fábrica foi salva mas duas estão em agonia

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    Uma fábrica foi salva mas duas estão em agonia

    Mensagem por henrike em Qui Maio 06 2010, 09:53

    Em Raiva, Castelo de Paiva, 51 operárias rejubilaram com a chegada de um
    novo patrão disposto a salvar a fábrica da falência. Ali ao lado, em
    Oliveira do Arda, 160 trabalhadores de duas fábricas do grupo
    Investvar/Aerosoles desesperavam à porta do desemprego.
    Carlos Queirós é o rosto da esperança para as 51
    funcionárias de empresa que estava em risco de fechar

    Ontem de manhã, o contraste
    entre o estado de espírito dos trabalhadores era bem superior à
    distância que separa as fábricas. Em Castelo de Paiva, o desemprego
    continua a preocupar. Mas na "Outras Matérias -Indústria de Calçado"
    renasceu a esperança. A insolvência da empresa foi pedida no
    passado dia 3 de Março. As operárias montaram uma tenda junto à fábrica e
    passaram noites ao relento evitando que levassem o equipamento.
    Acreditaram que se as máquinas não fossem retiradas haveria de aparecer
    novo patrão. Ontem de manhã, as trabalhadoras foram convocadas para uma
    reunião junto à fábrica e conhecerem o novo patrão, empresário do
    sector: Carlos Queirós, administrador da empresa Catalã, de Oliveira de
    Azeméis.Alexandre Lopes, encarregado há 20 anos, não tem dúvidas:
    "Valeu a pena lutar pelos postos de trabalho. Agora é hora de arregaçar
    as mangas".Ontem, por volta das 9.30 horas, chegaram o novo
    patrão, o administrador de insolvência, o advogado do empresário e dos
    trabalhadores e o presidente da Câmara de Castelo de Paiva, Gonçalo
    Rocha. A comitiva, depois de falar com as mulheres, entrou na fábrica.
    Um cheio a mofo denunciava o tempo de paralisação, mas as máquinas
    alinhadas - e ainda com modelos de sapatos espalhados pelas bancas -
    atestavam que só o patrão desapareceu.Carlos Queirós entregou um
    cheque de 60 500 euros ao administrador da massa falida e resgatou a
    maquinaria apreendida por ordem do tribunal. O empresário garante que
    dentro de 15 dias estará tudo a postos para trabalhar. A empresa vai
    adoptar o nome de "O.Q. Indústria de Calçado, Lda"."O
    investimento inicial era para ser zero, na medida em que nos
    comprometemos a admitir o pessoal na sua totalidade. Depois, como o
    pessoal vai receber dinheiro do fundo de garantia, houve operários que
    queriam entrar com esse dinheiro para salvar a fábrica. Achei uma
    atitude muito nobre, por parte dos trabalhadores, mas não achámos justo
    sacrificar mais o pessoal. Era uma imoralidade", explicou o empresário."Este
    é um momento de grande felicidade, sobretudo por recuperar uma fábrica
    que emprega este número de trabalhadores. É o momento mais alto do meu
    curto mandato", desabafou o autarca Gonçalo Rocha.A felicidade
    destas operárias contrastava com a tristeza das 115 trabalhadoras da
    Glovar e dos 58 operários da Ilpe Ibérica, empresas do grupo
    Investvar/Aerosoles, paralisadas ou a trabalhar a meio- gás. Uma delas
    está em lay-off.À porta da Glovar, dezenas de mulheres lamentavam
    a situação. Apesar de terem os salários em dia, falta receber prémios
    de assiduidade e retomar a laboração normal. "Tememos pela falência da
    empresa, inaugurada há 11 anos", afirmou Jacinta Rocha. Com 10 anos de
    casa, a operária está desde Janeiro em lay-off e nunca mais regressou ao
    posto de trabalho: "Não tenho esperança. Há um ano fui chamada para
    fazer acordo, mas não aceitei".Em pior situação estão os 59
    colegas da Ilpe Ibérica, em Pedorido, que já não receberam o mês de
    Março e temem não receber o salário de Abril. António Rodrigues,
    vice-presidente da Câmara, lembrou que a fábrica Glovar foi construída e
    começou a laborar com fundos comunitários e camarários.


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