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    Balanço 2010: insólitos do ano

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    henrike
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    Balanço 2010: insólitos do ano

    Mensagem por henrike em Seg Dez 27 2010, 17:19


    Belisquem-me, isto não está a acontecer!

    Não ganhou mais nada, mas este é dele, de goleada. O prémio «Calado é um
    poeta» vai para Carlos Queiroz. O treinador que começou o ano como
    seleccionador e com «uns empurrões» a um comentador e assessor da FIFA
    no aeroporto foi apurando a queda para tiradas esquisitas. Lembra-se da
    vaca e do leite que ia secar? A coisa atingiu o ponto mais... baixo no
    estágio da Covilhã. Na altura só ouviram os médicos, depois partilharam
    connosco aquele «vão controlar a c... da mãe do Luís Horta». Não podia
    piorar, pois não? Mas não ficou por aqui. Ainda houve a cabeça do polvo
    que era Amândio de Carvalho, ou o «não sou atrasado mental, demente,
    alcoólico ou deficiente». E em jeito de remate, mesmo a fechar o ano, o
    comentário à

    F.C. Porto-Benfica, 5-0,

    A conquista do título fez do Benfica o grande triunfador nacional em
    2010, com a equipa de Jorge Jesus a inverter a relação de forças com o
    F.C. Porto, pela primeira vez em cinco anos. Faltava ver se os festejos
    de Maio eram o início de um novo ciclo, ou se os hábitos recentes seriam
    retomados no Dragão.
    Os primeiros jogos da nova época começaram a dar força à segunda
    hipótese, com as equipas a evoluírem em sentidos opostos. A 7 de
    Novembro a resposta tornou-se evidente. O incontornável Hulk, em estado
    de graça, foi o maior protagonista de uma goleada nunca antes vista. Os
    5-0 deram asas à equipa de Villas-Boas e abriram brechas importantes na
    união encarnada. Jorge Jesus passava a estar na mira dos seus adeptos,
    por várias adaptações mal sucedidas. O élan criado pela vitória na Liga
    ficava para trás, obrigando o Benfica a olhar em frente, bem mais cedo
    do que estaria à espera.

    É a imagem da desolação, daquele que foi um dos melhores de Portugal no
    Mundial. Eduardo, em lágrimas, esconde a cara com as luvas no relvado do
    Green Point, depois do adeus. Fim da linha para a Selecção frente à
    Espanha, depois do único golo sofrido em toda a competição. Ele defendeu
    muito, evitou males maiores, foi o último a cair. Não foi por Eduardo,
    nem foi pela defesa, que Portugal não foi mais longe. Uns mereciam menos
    que outros.

    Apagão internacional

    Em ano de apagão de várias estrelas (que é feito de Usain Bolt, Tiger
    Woods e Michael Phelps?), a Fórmula 1 foi, como sempre, uma constelação
    de tricas e vencedores antecipados, mas desta feita com um final
    surpreendente. Num ano que começou marcado pelo regresso do histórico
    Michael Schumacher, depois de três anos de ausência, a F1 coroou o seu
    compatriota Sebastian Vettel, o mais jovem campeão do mundo de sempre.
    Enquanto em Espanha os foguetes já andavam no ar, em Abu Dhabi um erro
    estratégico da Ferrari tirou o título a Fernando Alonso na última
    corrida. Um momento que marcou as modalidades em 2010, veja mais dez.

    O ano da Espanha

    Ano de Campeonato do Mundo exige a vénia sacramental: nada do que
    aconteceu nestes doze meses foi tão relevante como a vitória da Espanha
    na África do Sul. Oitava selecção a ostentar a coroa suprema, a «roja»
    fechou um percurso iniciado com a conquista do Euro-2008. Só a Alemanha,
    em 1972/74, e a França em 1998/2000, tinham conseguido acumular os
    títulos mais importantes de selecções. Mais relevante do que esse dado
    foi a consagração de uma abordagem ao jogo, com a posse de bola como
    fundamento, em tudo diferente da receita de sucesso aplicada pela Itália
    quatro anos antes. Nem tudo foi perfeito, é verdade: a Espanha foi a
    primeira campeã derrotada no jogo de estreia, e a que marcou menos
    golos, num percurso minimalista, que só impressionou na recta final.
    Mas, tudo somado, fica a memória de uma equipa que, aproveitando uma
    máquina de futebol chamada Barcelona, levou as boas ideias até ao fim

    Mourinho, o ano dele

    José Mourinho em 2010 começa com as algemas que simbolizam o divórcio
    crescente com Itália e acaba na ressaca da maior derrota que alguma vez
    sofreu. Pelo meio, tudo. A caminhada da Liga dos Campeões, com aquela
    meia-final para a história frente ao Barcelona. A «tripletta»: Taça de
    Itália, «Scudetto» e, pois, a Taça dos Campeões Europeus. Ganhou-a pela
    segunda vez, por clubes diferentes, só mais dois treinadores o
    conseguiram. Como da primeira vez, foi-se embora. Depois de se despedir
    do F.C. Porto em Gelsenkirchen, adeus ao Inter ainda no Bernabéu. Dias
    depois, o regresso a Madrid para assinar pelo Real. Agora Mou, «El
    Especial», monopolizou atenções, ganhou fãs e embirrações. Como sempre. O
    duelo com Guardiola, no segundo confronto do ano, resultou em KO. 5-0.
    Uff. Depois deste 2010 em que se dá a si próprio nota 11, ele enfrenta
    um desafio à sua medida para o ano que vem. E agora, Mou?

    Grande também nas dívidas

    Bem esbraceja Platini com o «fair-play» financeiro, e com a promessa de
    que em três anos ninguém poderá competir nas competições da UEFA sem
    contas equilibradas. Algo vai seriamente mal no futebol quando até o
    maior clube do Mundo, em pleno ciclo de conquistas, assume perante os
    adeptos um endividamento recorde de 400 milhões de euros e um prejuízo
    de 80 milhões no final de uma das melhores temporadas de sempre. A
    lavagem de roupa suja entre Sandro Rosell, novo presidente do Barcelona,
    e o seu antecessor, Joan Laporta, atingiu níveis invulgares, em
    especial num emblema que sempre fez gala em ser «Més que un club». O
    anúncio, no final do ano, do primeiro patrocínio pago às camisolas
    «blaugrana» (30 milhões por ano) virou outra página nessa pretensão à
    diferença. Todos diferentes, todos iguais: só o tamanho das dívidas
    varia.

    Iniesta comove o Mundo

    Quando, aos 116 minutos da final com a Holanda, Iniesta marcou o golo de
    uma vida, 750 milhões viram-no tirar a camisola e exibir para as
    câmaras uma t-shirt com a inscrição «Dani Jarque sempre connosco». O
    tributo ao antigo companheiro nas selecções jovens, vitimado onze meses
    antes por um ataque cardíaco, foi uma nota tocante nas celebrações
    espanholas, reforçando a dimensão humana dos novos campeões.

    Barcelona-Inter, 1-0 (28 de Abril)


    Poucas vezes houve tantas leituras à volta de um jogo. E talvez nunca,
    como nessa noite, se tenha discutido tudo, desde o princípio. O que é
    jogar futebol? O que é jogar bem? O que é uma grande equipa, um grande
    treinador? Por palavras e acções, Barcelona e Inter, Guardiola e
    Mourinho, deram respostas antagónicas às questões.

    Por detrás, uma bela vitória do Inter, em São Siro, valia dois golos de
    vantagem. Cabia ao Barça anulá-los. E ao Inter anular o poder ofensivo
    do Barça, assente numa posse de bola insaciável. Mourinho abordou o
    problema retirando a bola da equação e entregando-a, por inteiro, ao
    adversário.

    A expulsão de Thiago Motta acentuou a opção: o Inter ficou em campo
    somente para defender um território, e fê-lo com uma perfeição épica. O
    Barça ganhou 1-0, mas ficou pelo caminho. «A derrota mais bela da minha
    vida», disse Mourinho, embalado para o título europeu. Em Novembro,
    Guardiola e o Barça responderam-lhe de forma arrasadora. O debate
    continua em 2011.



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