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    Wags. As mulheres que levam os homens à loucura

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    Wags. As mulheres que levam os homens à loucura

    Mensagem por henrike em Sab Mar 06 2010, 16:04

    Os escândalos dentro da selecção inglesa envolveram mulheres de
    jogadores. O futebol está a mudar. Será que elas já têm mais
    protagonismo que eles?

    Atrás de um grande homem vem sempre um sarilho a espalhar perfume. "Um
    vírus" com malas Louis Vuitton, escondido atrás de
    grandes óculos de sol (quanto maiores melhor; o tamanho é proporcional
    ao estatuto) e que adora fazer beicinho nas fotografias da imprensa
    cor-de-rosa. "Elas são como um vírus, não acha? Eu acho
    que sim, são o mesmo vírus que atacou no último Mundial", disse
    ironicamente Fabio Capello, seleccionador de
    Inglaterra, que declarou guerra aberta às Wags
    (acrónimo de Wives and girlfriends, utilizado para identificar as
    esposas e namoradas dos futebolistas ingleses).

    "Nós vamos jogar
    para a África do Sul, não vamos para lá fazer férias",
    resmunga o técnico, que durante o Mundial 2010 vai permitir apenas uma
    vista semanal das Wags aos jogadores. E já é muito bom; os dissabores
    que o fenómeno Wag tem causado dentro do plantel britânico são
    suficientes para uma medida mais drástica, acabando-se de vez com a
    palhaçada. John Terry, capitão do Chelsea, foi vaiado
    durante o jogo contra o Egipto, em Londres (3-1), por causa de um affair
    extraconjugal. O futebolista manteve um caso, desde 2007, com Vanessa
    Perroncel
    (excluída recentemente do blogue das Wags), noiva de
    um colega da selecção inglesa, Wayne Bridge, que
    abandonou a equipa para nunca mais ter de se cruzar com Terry. O impacto
    foi semelhante a uma indigestão no estômago de Capello, que se mantém
    firme e convicto de que nunca será como Sven Goran-Eriksson,
    antigo técnico, que aceitou a moda das Wags no seio da equipa, quando
    arranjou uma para si próprio e decidiu mostrá-la ao mundo. Foi o
    princípio do fim. Depressa a imprensa descobriu que o antigo treinador
    do Benfica traía Nancy Dell'Olio com uma secretária da sede da
    Associação de Futebol de Inglaterra, Faria Alam, e a sua vida foi
    devassada com olho clínico e com um interesse insaciável. Toda a gente
    ficou a saber que Eriksson preparava a máquina da louça antes do sexo,
    usava pijamas de algodão e tinha mais três amantes além das conhecidas.

    O
    FIM DAS WAGS?
    A pressão desenfreada de Capello fez com que
    algumas batessem em retirada. Coleen Rooney, mulher de Wayne Rooney, não
    vai liderar as tropas na África do Sul. Depois de ter dado à luz, em
    Novembro, decidiu acompanhar os jogos do marido pela televisão. Toni
    Poole, mulher de John Terry, também não vai pôr os pés no Mundial 2010.
    Depois dos recentes acontecimentos preferiu ficar em casa com os gémeos.
    Victoria Beckham parece resistir às intempéries que
    assolam o mundo Wag, não fosse ela a mentora do conceito. E vai com
    antecedência, para começar a tratar de burocracias relativamente à
    fundação de caridade do marido.

    "Há de tudo. Umas são
    mais discretas, outras gostam mais de fama, protagonismo e fazem tudo
    para ser o centro das atenções. Mas todas gostam do mesmo: da vida de
    shopping, que é muito benéfica para a nossa economia",
    diz ao i
    um antigo oficial de ligação da organização do Euro-2004 para a
    selecção inglesa, que não quis ser identificado. "Lembro-me que me
    pediram para ir às compras. Queriam saber onde eram as lojas de roupa,
    mas a Vitctoria não quis ir, teve medo de ser identificada." Fazer de
    guia turístico foi também uma das incumbências do oficial. "Fazia parte
    das nossas funções andar a passear com elas. Fomos a Sesimbra, ao
    Guincho, ao Chapitô e a locais históricos, como Belém e o Castelo de São
    Jorge", explica, acrescentando que a selecção inglesa ficou num hotel
    em Linda-a-Velha e as mulheres ficaram hospedadas em Sintra, no Penha
    Longa. "Viram-se umas três ou quatro vezes durante o Europeu.
    depois de a Inglaterra ter sido eliminada por Portugal é que o ambiente
    ficou mais descontraído
    ." A estada das Wags foi tranquila,
    preenchida por uma ou outra noitada, um ou outro excesso, e por uma
    série de compras, massagens e piscinas. As Wags gostam de ser ícones, e
    para isso há uma data de regras a cumprir.

    O CÓDIGO DE
    CONDUTA
    Regra número um: jamais repetir o mesmo vestido em
    ocasiões diferentes e nunca ser vista sozinha. Mães e amigas são boas
    companhias. Regra número dois: ter o cabelo comprido. Regra número três:
    ter atenção aos acessórios. Tudo deve ser em tamanho XXL: óculos
    de sol, brincos, carteiras, colares e lenços
    . O propósito é
    chamar a atenção até conseguirem ter mais impacto na comunicação social
    que os maridos ou namorados. Inconscientemente, há um conflito de egos
    na selecção inglesa. A eterna guerra dos sexos, na qual Fabio Capello
    serve de moderador, prevalece. Digam o que disserem, as mulheres serão
    sempre a loucura dos homens.

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